Tendências Consultoria Econômica

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Ranking de Competitividade dos Estados 2026 – Centro de Liderança Pública

Em parceria entre o CLP – Centro de Liderança Pública e a Tendências Consultoria, Denise de Pasqual, sócia-diretora da Tendências, apresentou análises sobre o Ranking de Competitividade dos Estados 2026

O ranking é um diagnóstico importante para elaborar e acompanhar políticas públicas nos quatro cantos do Brasil. Os resultados também pautam a cobertura da imprensa e movimentam as redes sociais.

O objetivo do CLP é trazer pautas propositivas e republicanas baseadas em dados que ajuda a qualificar o debate público e fomentar iniciativas com foco no bem-estar das pessoas e também gerar o que a gente chama de desconforto positivo, que é uma competição saudável entre os governos, onde quem sai ganhando é o cidadão.

O ranking é construído a partir de dados públicos de diversas fontes divulgadas nos últimos anos. São considerados 100 indicadores organizados em 10 pilares que impactam diretamente a vida dos brasileiros.

Ranking de Competitividade dos Estados 2026

Em 2026, o estudo traz mudanças por toda a tabela, com 21 dos 27 estados mudando de posição. O destaque vai para o topo da lista.

São Paulo, que sempre esteve na liderança do ranking, perdeu o primeiro lugar para Santa Catarina, que estava anteriormente na segunda posição. O estado não subiu por acaso, pois lidera 4 dos 10 pilares avaliados: capital humano, potencial de mercado, segurança pública e sustentabilidade social.

Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Piauí nunca estiveram tão bem no ranking, chegando aos melhores números da história de cada um.

Rio Grande do Sul passou de 5º para 4º lugar, novo recorde; Espírito Santo se manteve em 5º lugar, seu recorde anterior; Rio Grande do Norte também manteve seu recorde, ficando em 15º lugar; Piauí, que tinha como recorde anterior a 20ª posição, chegou a 19º lugar.

As maiores quedas do ranking, comparando com o de 2025, foram as de Rondônia, que caiu de 13º para 20º lugar, de Tocantins, que caiu de 18º para 24º lugar e de Sergipe, que caiu de 12º para 16º lugar.

Os maiores saltos entre as posições, comparando com o ranking de 2025, foram Amazonas, que subiu de 17º para 14º lugar, e Ceará, que foi de 14º para 11º lugar. Em seguida, vieram Espírito Santo (de 7º para 5º lugar), Rio de Janeiro (de 15º para 13º lugar), Alagoas (de 20º para 18º lugar), Pernambuco (de 19º para 17º), Piauí (de 21º para 19º lugar) e Roraima (de 24º para 22º lugar).

Ceará e Sergipe deram o maior salto em um único pilar. Os dois avançaram 13 posições em potencial de mercado. No pilar de segurança pública, Santa Catarina liderou e Mato Grosso e Maranhão deram os maiores saltos, subindo sete e seis posições, respectivamente.

Estudo por Região

O Sul segue como a região mais consistente do país. Santa Catarina está na liderança, com Paraná estável na terceira posição e o Rio Grande do Sul na quarta posição. Paraná e Santa Catarina são os únicos estados no top 10 em todos os pilares avaliados no ranking.

Já no Sudeste, São Paulo segue líder regional, mas agora está na segunda posição geral. Espírito  Santo e Rio de Janeiro deram o maior salto, subindo duas posições cada, enquanto Minas Gerais recuou uma posição.

O Centro-Oeste tem o Distrito Federal na frente, mesmo tendo uma queda de duas posições. Mato Grosso foi o estado que mais avançou. Todos os estados da região estão no top 10. 

No Nordeste, o Ceará tirou a liderança regional da Paraíba e agora ocupa a 11ª posição no ranking geral, com o maior avanço entre os estados da região. Na outra ponta, Sergipe teve a maior queda no Nordeste, recuando quatro posições. 

No Norte, o Amazonas assumiu a liderança regional, na 14ª posição geral e foi também o estado que mais subiu no ranking.

Estados mais competitivos do Brasil em 2026

O top 10 do país repete exatamente os mesmos 10 estados do ano passado, só mudando a ordem. Como dito anteriormente, Santa Catarina e São Paulo trocaram as posições de primeiro e segundo lugar e o Paraná se manteve na terceira posição.

A maior volatilidade ficou concentrada nas posições do meio, onde quase todos os países trocaram suas posições. Quem fechou a lista foram Pará, Acre e Amapá, mantendo as mesmas posições de 2025 (25º, 26º e 27º lugar respectivamente).

Confira o vídeo completo abaixo!